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Império Fênix Futebol Clube Repudia Exclusão da Final do Campeonato Municipal Feminino em Sítio Novo do Tocantins

O clube argumenta que a medida fere os valores da ética esportiva, da inclusão e da justiça. Para a equipe, o esporte deve ser um espaço de aprendizado e superação, e não de “exclusão coletiva injusta”. A decisão, segundo a nota, desmotiva jovens atletas que veem no esporte uma chance de crescimento pessoal e coletivo.

Redação
Por: Redação
19/09/2025 às 09h58 Atualizada em 19/09/2025 às 15h00
Império Fênix Futebol Clube Repudia Exclusão da Final do Campeonato Municipal Feminino em Sítio Novo do Tocantins
Imagem Divulgação

Representantes da equipe Império Fênix Futebol Clube, em nome de sua presidente Vanilde Rodrigues Sá Ferreira, divulgaram uma nota de repúdio destinada à Secretaria de Esporte e Turismo e à Comissão Organizadora do Campeonato Municipal Feminino de Sítio Novo do Tocantins. A equipe manifesta profunda indignação com a sua exclusão da partida final da competição.

A decisão dos organizadores foi fundamentada no Artigo 34º, que trata de Infrações e Penalidades, e no Parágrafo Único do Artigo 15º, sobre a Documentação e Obrigações das Equipes, conforme o regulamento do campeonato.

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No comunicado, a equipe reconhece a necessidade de regras claras para qualquer competição, mas classifica a decisão como desproporcional, coletiva e sem fundamento lógico. Segundo a nota, o que ocorreu foi uma "decisão arbitrária, que penaliza não apenas uma atleta ou integrante específico, mas toda uma equipe". O clube lamenta que jogadoras que não contribuíram para a suposta infração sejam prejudicadas.

A presidente do clube, Vanilde Rodrigues Sá Ferreira, critica duramente a falta de oportunidade para a equipe se defender antes que a punição fosse aplicada. "A forma como a punição foi aplicada à nossa equipe revela um excesso de rigor, sem considerar o direito à ampla defesa e ao contraditório, princípios básicos de qualquer julgamento justo", afirma o documento. A nota ainda ressalta ser inaceitável que "jogadoras inocentes sejam prejudicadas por atos isolados, sem sequer serem ouvidas".

O clube argumenta que a medida fere os valores da ética esportiva, da inclusão e da justiça. Para a equipe, o esporte deve ser um espaço de aprendizado e superação, e não de "exclusão coletiva injusta". A decisão, segundo a nota, desmotiva jovens atletas que veem no esporte uma chance de crescimento pessoal e coletivo.

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Ao final, o comunicado reforça que o esporte só cumpre seu papel social e educativo quando é conduzido com responsabilidade, imparcialidade e respeito a todos os participantes.

Clique aqui para ver o documento "nota de repúdio .pdf"

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